2017 aconteceu.

Foto: Geetanjal Khanna / Unsplash

Como blogueira relapsa que sou, aqui estou eu alguns meses depois do último post pra falar sobre 2017 e o que espero de 2018. Afinal de contas, não dá pra deixar de fora as reflexões de 1 de Janeiro, né?

2017 veio mais como um ano de descobertas. Um ano em que eu finalmente consegui provar pra mim mesma que a vontade move montanhas. Em todo meu tempo de vida adulta, esse foi o período em que eu mais descobri coisas sobre mim mesma. Coisas que eu conseguia fazer, coisas que não deveria nem ter tentado mudar e outras que realizei sem me arrepender nem por um segundo de ter tentado.

As descobertas

No ano que passou eu descobri mais sobre meu corpo e minha mente e aprendi que mudar de opinião sobre o mundo e as pessoas não é, nem por um segundo, defeito de personalidade. É na verdade maturidade. Eu me afastei do que era tóxico pra minha mente, parei de querer lutar por coisas que não dependiam de mim e descobri que não tenho o controle de tudo, apesar de sempre tentar com todas as forças fazer com que tudo funcione no meu tempo.

De todas as metas que estabeleci pra 2017,  um total de 12, devo ter alcançado umas 5 e até fiz um vídeo sobre isso. Até o primeiro vídeo no Youtube eu tive coragem de publicar! Foi estabelecendo esses objetivos no meu bujo de guerra, que aprendi que funciono melhor realizando metas de curto prazo. Ao invés de resoluções anuais, já estou bolando aqui quais serão minhas metas mensais e de pouquinho em pouquinho, eu espero alcançar em 2018 os objetivos que deixei pra trás em 2017.

De Setembro pra cá muitas coisas chatas aconteceram, mas Novembro foi o mês em que eu mais questionei o porque delas acontecerem comigo. Ironicamente, foi no ano que eu mais me movimentei que acabei desenvolvendo questões de saúde. Meu joelho esquerdo terminou 2017 depressivo, digamos assim. Na última Quinta inclusive, depois que sai da fisioterapia e cheguei em casa, eu não conseguia conter o choro. E na Sexta antes de dormir, chorei de novo.

Tudo aconteceu porque nessa sessão em especifico, eu não conseguia erguer minha perna, ou fazer movimentos leves sem sentir uma dor horrível. Eu não tinha força pra movimentar o joelho e pra completar, na volta pra casa reparei que a perna esquerda estava mais magra que a direita. Talvez já até tivesse reparado nisso, mas foi ali, naquele momento, que enxerguei de verdade. Desesperador. No Domingo eu entendi que tinha que deixar o tempo agir e isso levantou meu astral novamente pra aproveitar o último dia desse ano que tinha sido tão incrível pra mim.

2018

Pra 2018, acho que só preciso fazer mais do que me faz feliz e não desistir. Eu não me obrigo mais a fazer o que não quero e isso, na minha opinião, já é um ótimo ponta pé pra começar. Espero que o ano de vocês seja maravilhoso. Experimentem mais sabores, conheçam mais lugares, expressem mais os sentimentos e parem de se culpar  por coisas que não competem a vocês. Pra completar essa falação toda, só desejo que todos consigam dar o primeiro passo e persistir, porque no fim das contas, tudo se resume a isso e é o que importa.

  • Facebook
  • Twitter
  • Google+
  • Pinterest

Leia também...

Nenhum Comentário

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *