Se minha vida tivesse diretor

Sofia Coppola e Wes Anderson | 1999 Interview Magazine

Aposto que pelo menos uma vez, você já deve ter imaginado como seria sua vida se ela fosse dirigida por alguém. De repente você tá vendo aquele filme querido e fica se perguntando como as coisas teriam acontecido se tal diretor tivesse dado o toque final nas situações mais obscuras da sua vida adolescente, ou nas mais engraçadas da sua vida adulta. Eu já tive um vislumbre de tudo isso e vim compartilhar aqui com vocês.

13 aos 18 – John Hughes

Nessa fase, minha vida bem que poderia ter sido dirigida por John Hughes, rei dos filmes adolescentes na década de 80. Vou contar uma história rápida… quando eu era muito pirralhinha, minha mãe gravou Curly Sue, mais conhecida como “A Malandrinha”. Eu adorava assistir todos os dias na volta da escola. Pra perturbar bastante, ainda cantava o hino nacional americano todo errado, em cima da cama e com a mão no peito (igualzinho a Curly). Já podiam até desconfiar que eu cresceria meio louca, né? Minha mãe conta as histórias dos meus pequenos surtos até hoje. Eu me identificava muito com a personagem por causa do cabelo volumoso cacheado, pela personalidade afetada e pelo fato de também ter passado pelo trauma de cortar os cachinhos. Na minha cabeça, éramos melhores amigas. Esse foi meu primeiro contato na vida com Hughes.

Depois de “véia” quando cheguei naquela fase totalmente desequilibrada da adolescência, ele retornaria a minha vida comGatinhas & Gatões ♥”, Curtindo a Vida Adoidado” e claro Clube dos Cinco, assim, bem nessa ordem. Lembro até do dia em que fui na locadora e voltei com Gatinhas & Gatões e Gilbert Grape (esse último por insistência do tio da locadora, mesmo assim, obrigada tio), estava chovendo muito e eu voltei pra casa toda suja, com o tênis coberto de lama. Já por causa de Ferris Bueller, minha senha pra todas as coisas na internet foi adoidado123 por um longo tempo

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Controle é mesmo uma farsa

Já reparou que quando tem algo de errado com a gente, nada mais ao redor parece funcionar de maneira certa, apesar de seguir a mesma rotina/dinâmica? Alguém mais já sentiu essa sensação estranha? É como se você fizesse as coisas no automático e somente depois se desse conta do que fez ou como se você estivesse perdido em pensamentos e acordasse sem lembrar se no meio do caminho mudou a ordem das pedras.

As últimas duas semanas foram exatamente assim pra mim… Quando me dava conta que estava perdida, tentava trazer minha cabeça de volta refazendo cada ação e as vezes até conseguia me enxergar nas situações, como se estivesse totalmente fora do meu corpo, me assistindo em algum tipo de reality. E das coisas que mais pensei, uma ficou no topo: minha obsessão irritante de estar sempre no controle de tudo. Nada me deixa mais frustrada, paralisada e totalmente decepcionada comigo do que alterações no roteiro. Inclusive, acho que o fato de não conseguir controlar alguns acontecimentos recentes me fez dar essa bugada legal na cabeça.

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Finalização para onduladas

Eu não sei nem dizer ao certo quantas vezes já fiquei mega irritada após fazer alguma finalização no cabelo. Independente da técnica ou do produto milagroso que todas amam, meu cabelo sempre ficava lindo na hora e alguns minutos depois voltava a ser sem graça e sem volume. Na pior das tentativas, eu saia com o cabelo duro e pesado. A vida de quem tem cabelo indefinido é difícil mesmo! Pra não me trazer maiores dores de cabeça, eu passava um creminho, secava e ficava tudo ok, ou deixava do jeito que estava mesmo, largava ele ao vento e ficava algo mais ou menos assim:

Mas ai recentemente cheguei a um resultado X ao finalizar meu cabelo com alguns produtos e estou aqui pra mostrar como. Basicamente utilizo 3 produtos. Creme, um gel pra modelar e no fim passo um óleo nas pontas pra dar mais brilho. Todos os produtos que usei são veganos/cruelty free.

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