Primeiro mês longe do sedentarismo

Pelo que li, nosso cérebro não entende que exercício é algo importante pra nós. É da nossa natureza repousar, coisa dos nossos ancestrais (longa aula de história que não vem ao caso agora) e por isso o sedentarismo sempre acaba vencendo na maior parte das vezes. Então, pra nosso corpo entender que atividade física é importante, você precisa “viciar” o danado. Tempo mínimo pra isso? Um mês de rotina diária. Dito isso, vamos aqui ao meu relato.

Já tem uns dois anos que eu tento ser alguém menos sedentária. Acontece que durante esse tempo minha relação com atividades físicas era muito desleixada. Eu acabava procrastinando demais, não caminhando com a frequência que gostaria, sentindo a primeira dorzinha e parando por uma semana e então assistia tudo ir por água abaixo, até que eu começasse tudo outra vez e na sequência, tivesse que dar um tempo da mesma forma. Ciclo infinito da preguiça.

Academia? Pra mim é um ambiente chato, repetitivo e sem graça, que acaba se transformando mais numa obrigação do que em algo que você frequenta por prazer (minha opinião). Meu lance sempre foi fazer o que podia pra não ficar parada em casa e do meu jeito. Comecei a praticar yoga ocasionalmente, com posturas pra aumentar a elasticidade e melhorar a respiração (estilo tradicional mesmo, nada no estilo ashtanga). Aí combinava tudo com caminhadas leves de até 5km pelo menos 1 vez na semana. Só que isso não estava sendo suficiente pra manter um bom condicionamento físico e eu tinha plena certeza de que precisava me esforçar mais.

Nunca fiz dietas malucas ou estive acima do meu peso ideal. Meu corpo sempre foi “magro”. Coloquei o magro entre aspas porque o formato do seu corpo não significa que você é saudável. Isso eu podia observar nas raras vezes em que fazia exames e dava conta das taxas alteradas, ou quando sentia que minha mãe com 54 anos de idade conseguia andar mais que eu, ou nas vezes que não conseguia brincar com minhas filhas catioras nem por 15 minutos.

Então, uma das resoluções pra esse ano era iniciar uma rotina rigorosa de exercícios (pra iniciantes) que eu pudesse praticar na sala de casa ou ao ar livre, com corridas por exemplo. Comecei no primeiro dia de Janeiro e depois de um mês, sinto que sou outra pessoa (sendo bem clichê e metida a fitness hahaha).

Por isso, este primeiro post é mais um registro mesmo pra contar o quanto tem sido especial e gratificante não sentir que vou morrer ao subir um simples lance de escadas. Não perdi peso (acho que meu corpo sabe que se eu perder mais acabo sumindo), mas estou mais forte. Tem sido tão interessante observar as mudanças, que estou me sentindo feliz de verdade em me mexer todo dia um pouco. Logo no começo senti muita dificuldade em fazer tudo, é claro, e até pensei em desistir por causa das dores. Mas fui indo um dia de cada vez, respeitando os repousos e agora está tudo tão mais fácil que nem passa pela minha cabeça ficar parada.

APPS

Estou usando os aplicativos Nike + Training Club  pra monitorar minhas atividades e o Nike + Run Club pra acompanhar minhas corridas. É amor demais! O Training Club se adapta ao seu ritmo, te oferece um monte de treinos legais e o melhor de tudo: te ensina direitinho como executar os exercícios. Já o Run Club funciona com níveis, de corrida de acordo com km que já correu e te dizendo durante o treino estatísticas como tempo/distância percorridos. – Não preciso nem dizer que este post não é patrocinado, né? Quem dera um paga noix da Nike… –

Me dei conta que o mais difícil mesmo era começar e sinto que estou cada vez mais perto de ter uma vida melhor. Uma coisa que tem me ajudado bastante também é o incentivo do marido. Ele está sempre lá pra me lembrar o quanto fica orgulhoso da minha disciplina hhahahaa, bobinho, né?! Ah! Lembrando que também deixei um pouco de lado as comidas mais gordurosas. Estou me permitindo comer um bom chocolate/quarteirão nos fins de semana, afinal de contas, o objetivo nunca foi me privar de nada!

Mês que vem espero continuar contando meus avanços, pra ver se rola aquela motivada e quem sabe, inspirar vocês a sair da zona de conforto assim como eu. Não esquece de me dizer o que achou desse post. Até a próxima!

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