Favoritos de Abril /17

Olha só eu aqui de cara lavada junto com a ursa Kora, passando aqui pra avisar que tem vídeo novo no canal. hahahah Ainda é tão estranho falar isso… mas enfim, espero que gostem porque eu até que curti gravar, apesar de ter feito pelo menos umas duas tentativas e ainda não ter gostado 100% do resultado.

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Uma palavrinha rápida sobre o filme Angel – A e o amor

Esse daí eu posso afirmar com certeza que foi um dos filmes mais inspiradores que tive a oportunidade de assistir. Não é lá extremamente bem produzido, mas traz no roteiro um alerta bem interessante sobre como é importante fazer crescer dentro da gente uma coisa que muitas vezes esquecemos de fortalecer. O amor próprio.

Angel-A também faz com que a gente pare um pouco de pensar em aparências e em como demonstrar um pouquinho de confiança pode mudar totalmente o rumo da nossa vida. Basta somente que estejamos abertos a nos olhar no espelho e enxergar o que temos de bonito. Por dentro e por fora.

O filme é todo em preto e branco e pode causar um pouco de incomodo em quem não está muito acostumado. Mas tem paisagens e enquadramentos de cena muito legais, o que não deixa nada cansativo. Depois de uma pesquisa rápida, descobri que Luc Besson, diretor e escritor do filme, também foi o nome por trás de filmes como O Profissional e O Quinto Elemento. Já deu pra sentir que é bom então, né?

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Little Girl Blue

Ontem estava em um daqueles dias que você passa horas e horas procurando algo pra ver na Netflix. Foi quando me deparei com um documentário poderosíssimo sobre Janis Joplin. Antes de ver, mal sabia o quanto que ficaria tocada com a história de força, dor e libertação daquela mulher incrível. Queria ter previsto antes, porque realmente não tinha intenção de terminar o dia com lágrimas nos olhos. Não era somente a música de Janis que era forte e cheia de grandes verdades sobre seu mundo… Ela era a verdade em si, personificada.

Não é difícil entender as turbulências que ela precisou enfrentar e superar na sua época, porque infelizmente ainda precisamos viver nesse universo que em grande maioria é cruel, misógino e de pouca esperança. Inclusive, pra afirmar o que acabei de dizer, basta ligar a televisão ou fazer uma navegação rápida pela internet. As mulheres continuam sendo massacradas, incompreendidas e levadas ao ridículo. O atual homem mais poderoso do mundo está aí pra nos lembrar disso, assim como as noticias de violência doméstica, crimes de ódio e por aí vai. Estamos regredindo. Mas voltando ao assunto, vamos falar sobre a mãe do blues, aquela que não se deixou ser diminuída e abriu caminho pra todas as mulheres que queriam fazer rock’n’roll.

“Who you are is what you settle for, you know?”

Fiquei com essa frase na cabeça. Imaginem só se Janis tivesse se retraído em seu ambiente familiar machista e conservador ou que tivesse deixado toda sua existência ser lentamente sugada pelos bullies da escola. O mundo não teria presenciado o furacão Joplin. Teríamos ficado sem a nossa Little Girl Blue e sua indiscutível arte, cheia de amor e “berros” desesperados por atenção. Como foram cruéis com essa moça.

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