Uma conversa séria sobre Facebook e comportamento em rede social

Eu sei que ando um pouco atrasada com os posts aqui no blog, mas as vezes fica difícil atualizar as coisas com a frequência que eu gostaria. Umas duas semanas atrás eu publiquei um vídeo no canal do Youtube falando o porque de não usar mais Facebook. Depois de assistir ele de novo esses dias eu achei que acabei esquecendo de falar umas coisas importantes… Acontece, né?

A primeira vez que eu deixei de usar Facebook foi no final de 2015 por sentir que, de uma forma não muito saudável, eu acabava depositando minhas metas de vida de acordo com as experiencias que outras pessoas publicavam por lá. Isso incluía trabalho, vida acadêmica e até objetivos como viagens e bens materiais. Tudo isso me fazia ficar um pouco frustrada porque afinal de contas, as pessoas vivem vidas diferentes com oportunidades mais diferenciadas ainda, e eu ainda não tinha maturidade pra entender isso. Então, eu acabava ficando perdida o tempo todo em pensamentos, desejando a “grama mais verde” dos outros e no final do dia, eu só conseguia sentir tristeza e arrependimento pelas escolhas que eu havia feito na vida. Sei que existem infinitas opções pra não ter tanto acesso as atualizações de quem você não quer no Facebook, mas vamos combinar que na prática mesmo nada disso funciona, né?

Fiquei uns 5 meses sem aparecer por lá e eis que por motivos de trabalho, bem na metade de 2016, eu precisei reativar minha conta. Belíssima hora… Tempos de golpe politico, de briga entre colegas e familiares, tempo de intolerância e muito mais coisas desagradáveis. Eu me vi dentro de uma bolha social cheia de pressão que a qualquer momento poderia explodir sem dar aviso. Pois bem, lá estava eu no Facebook novamente e dessa vez os problemas eram muitos maiores. Eu não conseguia controlar o que via na minha timeline, nunca sabia como me expressar sem receber ódio gratuito de outras pessoas, passei a ficar horas me engajando na discussão dos outros ou lendo comentários ridículos/abusivos e ficava parte do meu tempo livre comentando sobre problematizações que via por lá e que não faziam muito sentido pra mim.

Por aqui escreve sobre as coisas que ama e tudo que há ao seu redor. Não vive sem sonhos, chocolate, cachorros, cinema, séries, música, fotografia e Netflix. Email: agavalenca@gmail.com
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Baby, it’s a wild world…

It’s hard to get by just upon a smile. // São tantas as interpretações que as pessoas conseguem dar pra Wild World  do Cat Stevens… interessante como essa música consegue se encaixar em mil situações da vida, né? Esse verso em especial, resume muito do que vou falar nesse post.

Sabe aqueles dias em que você acorda naturalmente, num clima muito agradável e tudo parece estar dando certo? Você levanta da sua caminha quentinha, dá bom dia aos passarinhos, toma um banho relaxante e come aquele café da manhã que parece estar especialmente mais delicioso? Pois bem, é raro de acontecer, mas quando acontece comigo, me vejo naquela obrigação de enfrentar o desafio de permanecer em meio a essas boas vibrações pelo resto do dia.

Algumas pessoas são mestres na realização de tal feito e só eu sei como gostaria de ser como elas porque admiro demais quem não se deixa abalar… Não nasci com esse dom de eliminar o ruim dos meus dias bons e por conta disso acabo estragando tudo com o mínimo de esforço sempre. Há quem diga que isso é uma característica das pessoas que são altamente sensíveis, já que elas encaram os momentos de forma mais profunda/emotiva que os outros, o que em boa parte dos casos não é de todo uma coisa ruim mas algo que pode ser trabalhado (aqui vai o momento educativo desse texto… clique aqui e descubra se você é uma pessoa altamente sensível haahahahah). Ao que tudo indica, pra manter tudo numa boa, basta respirar fundo e ignorar o que não for relevante pra você. No entanto, se você faz parte do meu clube, ignorar coisas chatas é a parte mais árdua dessa tarefa, ainda mais quando as pessoas parecem sentir seu estado de espirito e resolvem maquinar na cabeça um jeito de acabar com seu brilho. Tudo bem, isso é meio conspiratório da minha parte, mas é a maior verdade de todas.

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Preto é amor e poder! Por mais liberdade de não usar cores

Calma, calma! Isso não é um manifesto contra os coloridos. Quando falo sobre ter mais liberdade em usar preto, é somente pra tentar quebrar alguns paradigmas que já notei que existem aos montes em relação a ‘cor’. Acontece que no dia a dia, durante nossas escolhas de roupa ou sapato, nós tendemos a não pesar no preto, sempre colocando obstáculos pra não se vestir ao estilo all black em quase todas as ocasiões. Acho que isso está muito relacionado ao cultural de que preto é  ausência de alegria e vivacidade ou de que pessoas que optam sempre por esse modo de vestir são fechadas e de pouca conversa. É nessa hora que os mais diversos termos surgem…  gótica demais, do rock, frígida, de poucos amigos.

Não é de hoje que todo mundo sabe que preto não somente é praticidade, mas também elegância… e por que não pode ser também descontraído? Ninguém precisa viver em determinados climas ou locais pra se dar o direito de estar sempre usando preto quando quiser e isso também é válido se você gosta de branco… Ou quer dizer agora que só porque você se acha linda de branco sempre, vão te confundir com uma mãe de santo? Não, isso são preconceitos tão idiotas, não é verdade? E por mais intrigante que possa parecer, realmente acontece. Quem nunca foi confundido com um vendedor dentro de alguma loja só porque estava todo de preto que atire a primeira pedra!

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