Finalização para onduladas

Eu não sei nem dizer ao certo quantas vezes já fiquei mega irritada após fazer alguma finalização no cabelo. Independente da técnica ou do produto milagroso que todas amam, meu cabelo sempre ficava lindo na hora e alguns minutos depois voltava a ser sem graça e sem volume. Na pior das tentativas, eu saia com o cabelo duro e pesado. A vida de quem tem cabelo indefinido é difícil mesmo! Pra não me trazer maiores dores de cabeça, eu passava um creminho, secava e ficava tudo ok, ou deixava do jeito que estava mesmo, largava ele ao vento e ficava algo mais ou menos assim:

Mas ai recentemente cheguei a um resultado X ao finalizar meu cabelo com alguns produtos e estou aqui pra mostrar como. Basicamente utilizo 3 produtos. Creme, um gel pra modelar e no fim passo um óleo nas pontas pra dar mais brilho. Todos os produtos que usei são veganos/cruelty free.

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Preto é amor e poder! Por mais liberdade de não usar cores

Calma, calma! Isso não é um manifesto contra os coloridos. Quando falo sobre ter mais liberdade em usar preto, é somente pra tentar quebrar alguns paradigmas que já notei que existem aos montes em relação a ‘cor’. Acontece que no dia a dia, durante nossas escolhas de roupa ou sapato, nós tendemos a não pesar no preto, sempre colocando obstáculos pra não se vestir ao estilo all black em quase todas as ocasiões. Acho que isso está muito relacionado ao cultural de que preto é  ausência de alegria e vivacidade ou de que pessoas que optam sempre por esse modo de vestir são fechadas e de pouca conversa. É nessa hora que os mais diversos termos surgem…  gótica demais, do rock, frígida, de poucos amigos.

Não é de hoje que todo mundo sabe que preto não somente é praticidade, mas também elegância… e por que não pode ser também descontraído? Ninguém precisa viver em determinados climas ou locais pra se dar o direito de estar sempre usando preto quando quiser e isso também é válido se você gosta de branco… Ou quer dizer agora que só porque você se acha linda de branco sempre, vão te confundir com uma mãe de santo? Não, isso são preconceitos tão idiotas, não é verdade? E por mais intrigante que possa parecer, realmente acontece. Quem nunca foi confundido com um vendedor dentro de alguma loja só porque estava todo de preto que atire a primeira pedra!

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A sensação depois da faxina

Eu nunca fui de guardar coisas, seja o que for… documento antigo, roupa, sapato e por ai vai. Não sei com quem aprendi a ser tão desapegada, mas com certeza não deve ter sido com minha mãe. Ela tem esse costume horrível de guardar tudo, porque “um dia pode precisar”. Então, todos os meses eu tinha o hábito de procurar tudo que não seria mais útil pra mim ou que não me interessava mais e fazia doação para o bazar da igreja ou algumas vezes vendia para o brechó e na pior das situações, utilizava o lixo como solução. O grande problema é que de alguns meses pra cá, desde que comecei a trabalhar em casa, notei que estava desenvolvendo uma certa tendência a juntar/empilhar coisas sempre que me aparecia a oportunidade.

Não conseguia mais jogar fora o recado de 1 mês atrás que ficou em cima da mesa ou a carta do banco que chegou no começo do ano e o resultado disso foi a grande destruição que se transformou meu homeoffice, cantinho preferido do apê. Na Quarta, depois de ver um filme bem legalzinho (A Birder’s Guide to Everything – 2013), olhei para o quarto que tinha se transformado praticamente em um lixão… cheio da minha bagunça e da bagunça do meu marido (triplique por três, porque além de marido, é programador e guitarrista) e decidi que estava na hora de fazer algo a respeito. Nesse dia eu nem dormi direito de ansiedade, estava preparada para colocar minha roupa mais velha, a máscara contra poeira no rosto e partir para o abraço.

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