Patti Smith e dica de leitura rápida

Foto destaque: Philip Montgomery para The New York Times

Ano passado coloquei na minha lista de leitura o livro Só Garotos de Patti Smith e ai o que foi que eu fiz? Fui procrastinando, procrastinando e adiando a leitura. 2016 pra mim foi uma negação, quase não li nada – shame on me. Tentando me redimir, decidi que preciso tentar ler pelo menos 2 livros no mês pra não morrer de vergonha sempre que alguém me perguntar sobre o que estou lendo.

Dia 1 comecei Só Gorotos bem relutante… Será que é bom? Todos nós somos fãs da Patti e tudo que ela representa pro Rock, mas tinha medo de cair naquela de biografia batida com bastidores demais e afins.  Rapaz, como eu estava enganada. Eu simplesmente engoli o livro. Se antes ela era de se admirar, pode acreditar que depois dessa leitura, você vai idolatrar a mulher. Não por feitos enormes, mas por ter sido um ser à frente do seu tempo e nunca desistir, mesmo tendo que comer o pão que o diabo amassou todos os dias. Só garotos é poesia pura.

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A escolha de duas biografias da estante

Nunca fui muito de ler biografias porque não via muita graça em adentrar histórias que se passaram na realidade, ainda que elas tivessem sido vividas por pessoas que admiro. Dentro dessa vibe, sempre curti bastante os documentários justamente pela parte visual da coisa toda. No entanto, o maridon ama ler biografias de astros do rock (única coisa que ele gosta de ler, impressionante) e aqui na estante de casa tem umas bem legais que preciso dar uma atenção especial. Depois dele ter insistido muito, escolhi duas pra iniciar a leitura de Julho (já que junho foi uma bela negação): Paul McCartney – Uma Vida de Peter Ames Carlin e a autobiografia do líder do Megadeth, Mustaine – Memórias do Heavy Metal de Dave Mustaine e Joe Layden.

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Vale a pena ler de novo // Clube da Luta

Até +/- o dia 15 desse mês eu falhei bastante com meu calendário de leitura, assistindo séries demais e me adiantando em alguns projetos pendentes. Depois de tomar vergonha na cara, decidi que ia escolher algum livro da minha estante pra ler novamente, refrescar a memoria e quem sabe criar uma nova perspectiva da história. Fiquei na dúvida entre Clube da Luta e As Aventuras do Caça-feitiço – O Aprendiz (li essa série perfeita somente até o livro 7 – O Pesadelo). Escolhi Clube da Luta porque é um daqueles livros que te faz refletir a respeito do mundo e que com certeza me marcou bastante.

Meu primeiro contato com Fight Club foi através do filme de 1999 com Brad Pitt e Edward Norton. Como era de se esperar, depois de ver fiquei com cara de merda pra tv, sem conseguir entender muita coisa e como tinha realmente gostado do espirito da coisa toda, tive que me obrigar a ver outra vez… e então, tudo ficou muito mais claro. O filme é bem denso e super complexo em relação ao roteiro, mas é daqueles que você não esquece. David Fincher, nome por trás de filmes como Se7en, The Girl with the Dragon Tattoo e a mais recente adaptação de Gone Girl, foi o responsável por dirigir essa obra prima do cinema, escrita por Chuck Palahniuk.

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