Gilmore Girls pra sempre

Esse sim deveria ter sido um nome adequado pro Revival de Gilmore Girls. Pelo menos seria o nome que eu daria se pudesse, levando em consideração, é claro, tudo que a série representou na minha adolescência/vida.

Desde que fizeram o primeiro anúncio sobre a volta da série, eu tinha certeza plena que Amy Sherman-Palladino e Dan Palladino jamais decepcionariam. E eu não poderia ter sido mais certeira nas minhas apostas. Todas as críticas positivas que tive contato até agora foram muito verdadeiras. Apesar de ser muito suspeita pra falar, posso afirmar com todas as letras que ficou tudo perfeito e totalmente condizente com o clima de Gilmore Girls.

Quando acabei de ver os 4 episódios, Winter, Spring, Summer e Fall, tinha uma poça de lágrimas aos meus pés, porque não consegui conter a emoção de estar em Stars Hollow novamente tomando café junto com Lorelai e Rory. Lauren Graham e Alexis Bledel, por sinal, estavam maravilhosas e conseguiram trazer os personagens de volta com a mais fiel das atuações. Eu não via a hora de ver aquelas duas no mundo atual, em contato com a tecnologia, cheias de novas referências pra jogar em nossas caras a cada 5 segundos.

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Overdose Netflix do FDS | Stranger Things, Tallulah e mais

Que saudade de aparecer por aqui! Andei meio ausente e tudo mais, mas o tempo não tem me ajudado muito e como todos os outros reles mortais, estava precisando ganhar a vida, superar algumas dificuldades e ultrapassar alguns obstáculos (hahahaha falei bonito). Mas enfim, tinha que passar por aqui pra dar uma opinião sobre minhas últimas experiências netflixianas.

Vamos começar pelo assunto mais falado dessa semana e depois pelos outros em ordem de relevância.

STRANGER THINGS

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Eu tenho um certo problema com coisas que estouram rápido demais, porque sempre fico cheia de expectativas e acabo me decepcionando. Estava com medo que isso acontecesse com Stranger Things, apesar de vir aguardando ansiosamente pelo lançamento desde a liberação do primeiro teaser pelo Netflix. Lembram quando Sense8 explodiu e todo mundo não parava de falar a respeito? Vi vídeos de youtubers famosos enaltecendo a série, a mídia e os canais de cultura pop não falavam de outra coisa e ai eu resolvi que não iria mais nadar contra a maré e fui ver… BLÉH, não gostei. Isso significaria dizer a todos que pra mim não era uma série tão poderosa quanto estavam falando e lógico, fiquei muito decepcionada por não conseguir gamar no enredo. Só minha opinião, tá? Não fiquem tristes se vocês amam o elenco de Sense8.

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Finalmente assisti “Love”, série do Netflix

Logo que a série Love saiu no Netflix, fiquei empolgada pra ver por ser uma criação do Judd Apatow, que conheci através de  Ligeiramente Grávidos e O Virgem de 40 anos. Se você já viu algum dos filmes que ele escreveu ou produziu, sabe que ele tem essa característica de carregar no humor ácido e focar em dramas cotidianos da vida real, mas antes de falar sobre Love, devo confessar uma coisa. Quando assisti o primeiro episodio da série, fiquei um pouco decepcionada porque aparentemente, não era nada do que estava esperando e os personagens não me cativaram nem um pouquinho logo de primeira. Fiquei chateada, bati o pé, sai em busca de críticas positivas, li também algumas negativas e então resolvi que ia esperar pra ver a série numa outra oportunidade.  Na segunda chance, bastou um dia pra ver tudo e a mágica acontecer.

Basicamente, Love conta as reviravoltas amorosas de Gus (Paul Rust) e Mickey (Gillian Jacobs) personagens principais desse romance, que para as telinhas é pouco convencional, mas que no geral podemos classificar como cruelmente próximo da realidade. Gus é tutor de atores teen, nerd certinho, introvertido e sensível, já Mickey é produtora de rádio, super”descolada” e desequilibrada em muitos níveis de maluquice. Love é na verdade um retrato da vida de pessoas comuns, com manias excêntricas, que se conheceram ocasionalmente e aos poucos vão se descobrindo em meio a altos e baixos vividos durante situações cômicas da vida. Tudo na série é bem trágico, tá? De relações amorosas e sociais a relações profissionais, a pegada é realmente fazer rir do sofrimento alheio. Talvez seja por isso que a série dividiu o público entre os que amaram e aqueles que odiaram mortalmente o casal/história. 

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